Comida moderna

 
Ainda bem que comida não vem com classificação etária. Mas os velhinhos norte-americanos almoçando hambúrguer todo dia, dá vontade de interrompê-los: “Parou a brincadeira! Vamos comer oficialmente, refeição de verdade; não almoço de Playmobil.”. Em contrapartida, quando ouvi minha afilhadinha, com então seis anos, me pedindo damasco, questionei mentalmente se o paladar da nova geração possui um comportamento diferente. Acho que, até os 60, não terei fome de uva-passa, doce de figo, bananada e outros comestíveis que oscilam entre o doce e o amargo (quanto a isso, já basta a expedição pela vida). Se é para ser retrô, prefiro usar a blusinha com gola de renda que herdei da vovó Deth.
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Carolina Fellet

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